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  • "O maior obstáculo à vida é a expectativa, que fica na dependência do amanhã e perde o momento presente." 

  • "A vida é longa o suficiente, e uma quantidade generosa nos foi dada para as maiores conquistas, se fosse bem investida." 

  • "Nossa mente nunca está bem a não ser quando está em paz consigo mesma."

  • "Não aprendemos para a escola, mas para a vida." 

  • "O destino conduz aquele que quer e arrasta aquele que não quer." 

  • "Trabalha como se vivesses para sempre. Ama como se fosses morrer hoje." 

  • "A companhia da multidão é nociva: há sempre alguém que nos ensina a gostar de um vício..." 

  • "Todo culpado é seu próprio carrasco."

  • "Se vives de acordo com as leis da natureza, nunca serás pobre; se vives de acordo com as opiniões alheias, nunca serás rico."

Sêneca

Lúcio Aneu Séneca ou Sêneca (em latim: Lucius Annaeus Seneca; Corduba, ca. 4 a.C. – Roma, 65) foi um filósofo estoico e um dos mais célebres advogados da Roma Antiga, além de escritor, dramaturgo e conselheiro político. Nascido em Córdoba, Hispânia, e criado em Roma, Sêneca destacou-se pela clareza de pensamento e pela habilidade retórica, herdadas de seu pai, Sêneca, o Velho.

P D F

Cartas

  • Epistulae morales ad Lucilium ("Cartas morais a Lucílio", também traduzindo como "Cartas de um Estoico") - coleção de 124 cartas tratando de questões morais. Versão completa em nova tradução em português.[13]

Diálogos

  • (40) Ad Marciam, De consolatione. ("Consolação a Márcia"), endereçada a Márcia em luto pela morte de seu filho Metílio.[14]

  • (41) De Ira ("Sobre a Ira") - Estudo sobre as consequências e sobre o controle da ira.[15]

  • (42) Ad Helviam matrem, De consolatione ("Consolação a Minha Mãe Hélvia") - Carta para sua mãe consolando-a em sua ausência durante o exílio.[16]

  • (44) De Consolatione ad Polybium ("Consolação a Políbio") - Dirigida a Políbio, Secretário particular do Imperador Cláudio, para consolá-lo sobre a morte de seu irmão.[17]

  • (49) De Brevitate Vitae ("Sobre a brevidade da vida") - princípios estoicos sobre a natureza do tempo e seu desperdício perseguindo objetivos sem valor ou sentido.[18]

  • (55) De Constantia Sapientis ("Sobre a Constância do Sábio") - Sobre a serenidade do sábio estoico que, com firmeza interior, é imune às injúrias e adversidades.[19]

  • (56) De Clementia ("Da Clemência" / "Tratado sobre a Clemência") escrito a Nero sobre a virtude da Clemência em um imperador.[20]

  • (58) De Vita Beata ("A Vida Feliz") A busca da felicidade é a busca da razão. Destinado ao seu irmão mais velho, Gálio.[21]

  • (62) De Otio ("Sobre o ócio") - uso racional do tempo livre (otium), pelo qual se pode ajudar ativamente a humanidade estudando sobre a natureza e o universo.[22]

  • (59-63) De Beneficiis ("Sobre os Benefícios") - Um tratado sobre a gratidão, escrito a seu amigo Aebutius Liberalis.

  • (63) De Tranquillitate Animi ("Sobre a tranquilidade da alma") - Resposta da doutrina estoica para os tormentos causados pelos temores e desejos humanos e assim alcançar a tranquilidade.[23]

  • (64) De Providentia ("Sobre a Providência") - Por que infortúnios atingem os homens de bem, mesmo existindo a providência.[24]

  • (?) De Superstitione ("Sobre a Superstição") -- perdido, mas citado na Cidade de Deus (6.10-6.11) de Santo Agostinho.

Tragédias

Diversos

Ver também

Wikiquote tem citações relacionadas a Séneca.

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